Com o objetivo de encerrar a greve dos professores estaduais, iniciada em 11 de abril, o Governo do Estado da Bahia afirmou que não efetuará a suspensão do pagamento do salário do mês de maio dos grevistas, caso a categoria retorne, imediatamente, às atividades.
A proposta prevê, ainda, o pagamento do salário cortado de abril e a criação de um calendário conjunto para reposição das aulas e o cumprimento do ano letivo em sua totalidade. A paralisação atinge mais de 1 milhão de alunos em todo o Estado.
A suposta tentativa de negociação não foi bem recebida pelo Diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Bahia (APLB), Rui Oliveira. Ele afirmou que os professores só retornarão as salas de aula quando o governo cumprir o acordo firmado com a categoria anteriormente, que contemplava o aumento salarial de 22, 22% para todos os professores do estado.
De acordo com a Secretaria Estadual de Educação, as escolas da rede estadual estão funcionando normalmente em 230 municípios.